terça-feira, 27 de novembro de 2012

Shantala - Loving Hands por Frédérick Leboyer

Hoje venho compartilhar com vocês uma arte que me encantou muito, que adoro, que indico para todos, mas é direcionado, principalmente, as atuais e futuras mamães! Um filme raro que exibe Shantala e a massagem para bebês!
Shantala

Sim, Shantala é o nome da mulher que encantou Frédérick Leboyer, médico francês criador do conceito do parto sem violência, conhecido como Parto Leboyer. Foi Frédérick que trouxe para o ocidente, nos anos 1970, a massagem milenar indiana feita em bebês, chamou-a de Shantala, nome da jovem mãe que encontrou a massagear o filho, deitado sobre suas pernas, na viagem que fez a Calcutá em 1976.
Paralítica e acolhida por uma instituição de caridade localizada em uma área muito pobre da cidade, Shantala encantou Leboyer pela forma afetuosa, concentrada, ritualística, com que dedicava à massagem do bebê. Ele descreveu a cena no livro "Shantala, massagem para bebês: uma arte tradicional": "Glória da luz e milagres do amor (...) de repente, em plena sordidez, foi-me dado contemplar um espetáculo de mais pura beleza!"
Na Índia, esse é um conhecimento tradicional, passado de mães para filhas, e tão corriqueiro quanto amamentar. É como uma ioga para bebês. Entre os benefícios da prática para a criança que pesquisas científicas hoje comprovam, estão o fortalecimento do vínculo com a mãe, a prevenção de doenças, o equilíbrio emocional.
Leboyer passou dias fotografando e gravando imagens de Shantala, além de registrar minuciosamente seus movimentos. O resultado desse trabalho está no livro mencionado. As imagens estão reunidas no curta-metragem "Loving Hands", dirigido por Leboyer e, cuja cópia, cedida pelo próprio ao Dr. Cláudio Basbaum, que disponibilizou no seu site uma versão reduzida de 6 minutos. Dr. Basbaum, além de ser o introdutor do Parto Leboyer no Brasil, foi um dos primeiros divulgadores da técnica de massagem Shantala no país.



Escolha a versão do vídeo:














Fonte: http://www.promatrix.com.br/spip.php?sommaire

domingo, 25 de novembro de 2012

Regata: Namastê

Regata pintada a mão com tinta metálica e dimensional acqua.

Regata: Reiki

Regata pintada a mão com tinta fosca, metálica e dimensional com glitter. A aplicação do dimensional não me agradou muito, quis dar um efeito de brilho, mas não consegui. Quem souber como, aceito sugestões!! rss

quinta-feira, 22 de novembro de 2012

A arte das danças circulares

As Danças Circulares sempre estiveram presentes na história da humanidade - nascimento, casamento, plantio, colheita, chegada das chuvas, primavera, morte, etc - e refletiam a necessidade de comunhão, celebração e união entre as pessoas.
Foi Bernhard Wosien (1908-1986), bailarino clássico, coreógrafo, pedagogo e pintor, que nas décadas de 50/60 percorreu o mundo recolhendo e resgatando as danças de diferentes povos. Em 1976 visitou a comunidade de Findhorn no norte da Escócia e, a pedido de Peter Caddy, um de seus fundadores, ensinou, pela primeira vez, uma coletânea de danças folclóricas para os residentes. Bernhard Wosien já estava com 60 anos e buscava uma prática corporal mais orgânica para expressar seus sentimentos. Ele percebeu que havia encontrado o que procurava, pois dançando em roda vivenciou a alegria, a amizade, o amor, tanto para consigo mesmo como para com os outros, e sentiu que as Danças Circulares possibilitavam uma comunhão sem palavras e mais amorosa entre as pessoas. De 1976 em diante, centenas de danças foram incorporadas ao repertório inicial e o movimento passou a se chamar "Danças Circulares Sagradas". E, desde então, este movimento se espalhou pelo mundo.
Bernhard Wosien e Friedel Kloke-Eibl
Tive a oportunidade de conhecer através da Ana Rita, uma pessoa encantadora, as Danças Circulares, no Espaço União da Luz. Me apaixonei! Como nunca tinha feito isso antes? Foi libertador, me senti criança de novo com aquela integração de todos. Foi um pulsar dentro mim, e foi assim que fiquei de mãos dadas com a arte das danças circulares para sempre. Obrigada! _/\_
Vera Luiza do Espaço União da Luz e Ana Rita.

Fonte: http://www.dancascircularesrj.com.br/50.html

Uma mensagem de esperança


segunda-feira, 12 de novembro de 2012

Livro: Reiki para todos - Oriel Abarca/Roberto King

Em 1996, os primeiros livros sobre o método Reiki começaram a ser traduzidos para o português e a ser comercializado nas livrarias brasileiras. Esse fato foi decisivo para que o método Reiki se tornasse conhecido pelo público brasileiro. O primeiro livro sobre o tema, publicado no Brasil, foi o "Reiki para todos: energia vital em ação", da autoria de Oriel Abarca e Roberto King, ambos argentinos. 

Reiki é uma técnica de cura através das mãos nascida no Japão. O termo se origina de um ideograma da língua japonesa que pode ser traduzido de duas formas básicas: chuva maravilhosa de energia vital ou Chuva milagrosa que produz o milagre da vida. Já falei um pouco sobre isso aqui.
Diferentemente de outras técnicas de cura pelas mãos, nas quais se supõe que o aplicante efetua a cura, o ministrante de Reiki não é o doador da energia curativa que é transmitida ao receptor durante a aplicação. Aqui, o ministrante de Reiki é apenas um canal, um veículo através do qual a energia da vida é repassada ao receptor.

Recomendo este livro a todos. É uma divulgação desta técnica, com uma linguagem clara e dirigida tanto ao público leigo quanto aos praticantes de Reiki.

Fonte:

quinta-feira, 8 de novembro de 2012

Torne-se um lago


O Mestre pediu a seu jovem aprendiz que colocasse uma mão cheia de sal em um copo d’água e bebesse.

– Qual é o gosto? – perguntou o Mestre.
– Ruim – disse o aprendiz.


O Mestre sorriu e pediu ao jovem que pegasse outra mão cheia de sal e levasse a um lago.
Os dois caminharam em silêncio e o jovem jogou o sal no lago, então o velho disse:
– Beba um pouco dessa água.
Enquanto a água escorria do queixo do jovem, o Mestre perguntou:
– Qual é o gosto?
– Bom! – disse o rapaz.
– Você sente o gosto do sal? – Perguntou o Mestre.
– Não – disse o jovem.


O Mestre então sentou ao lado do jovem, pegou sua mão e disse:
– A dor na vida de uma pessoa é inevitável. Mas o sabor da dor depende de onde a colocamos.
Então, quando você sofrer, a única coisa que você deve fazer é aumentar a percepção das coisas boas que você tem na vida. Deixe de ser um copo. Torne-se um lago. 

(autor desconhecido)